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quarta-feira, 15 de julho de 2009

estudo sobre sonhos no livro de Daniel


Nesta aula estaremos meditando no capítulo 4 do livro de Daniel.
O rei Nabucodonosor mostrava possuir um coração orgulhoso e duro; apesar de, obrigatoriamente, ter que admitir o poder de Deus por duas vezes (2.47; 3.28,29).
Sabemos que foi na época deste rei que Jerusalém e o templo foram destruídos e os judeus foram levados cativos para a Babilônia, entretanto, Deus estava no controle de todas as coisas e o cativeiro era necessário para a correção da nação de Israel, mas isto não significava, em hipótese alguma, que o Senhor havia abandonado o seu povo, ou que um rei ímpio pagão pudesse humilhar a nação escolhida, sem que isto fosse permissão de Deus e com um propósito determinado.
A queda de Jerusalém era prevista, bem como a sua posterior restauração, porém o controle do Senhor deveria ser enfatizado.
Podemos perceber a soberania de Deus quanto à queda de Jerusalém, bem como quanto a sua futura restauração, em vários textos, como, por exemplo, Jeremias 29.10,11. Do mesmo modo, notamos o controle de Deus sobre a situação, e, especificamente sobre o rei Nabucodonosor, nos escritos dos profetas, dentre os quais podemos citar Habacuque (em seu livro relata o castigo de Jerusalém pelos caudeus em Hc 1.6 e a posterior queda dos caldeus em Hc 2.4-20) e Jeremias (25.8-14).
Posteriormente o rei Ciro, seria também um instrumento de Deus, desta feita para libertar os judeus do cativeiro (Is 44. 24-28), isto deixa claro a soberania de Deus.
A Babilônia cairia, mas antes da queda, Nabucodonosor precisava ser quebrantado, embora isso não significasse que houvesse uma conversão da sua parte.
Apesar de todos os sinais, parece que Nabucodonosr insistia em achar que as suas conquistas vinham dele próprio, o seu coração continuava orgulhoso, a sua soberba era notória; o rei precisava ser humilhado e o seu coração necessitava ser quebrado...
Estes dados são importantes para prosseguirmos com a nossa aula.

I- Esboço do capítulo 4:
1-3- O rei Nabucodonosor decide tornar conhecida a experiência que teve.
1- A experiência seria divulgada
2,3- O relato visava tornar conhecido o poder de Deus
4-18- O sonho do rei
4,5- Um sonho
6-9- O rei desejava saber a interpretação do sonho
10-18- O relato do sonho
19-27- A interpretação do sonho dada por Deus através de Daniel
28-37- O cumprimento da revelação
28-33 –O castigo
34-37- O restabelecimento do rei e a glorificação do Senhor

II.- Analisando o capítulo 4

Dn 4.1-3- O rei decide divulgar a experiência que teve
O início do capítulo em forma de narrativa, nos mostra que o rei da Babilônia (Nabucodonosor) se dirige a todas as nações (1) com o objetivo de tornar conhecido o poder de Deus (2,3). Vamos perceber no decorrer da leitura, que o motivo da narrativa foi uma experiência que ele teve com Deus.

Dn 4. 4-18- O sonho do rei

4,5- O rei teve um sonho
O rei passa então a relatar a sua experiência; ele afirma ter tido um sonho. Este sonho o deixou inquieto e ele percebeu não se tratar de um sonho comum.


Existem três procedências dos sonhos, a saber:
Carne, Deus e Diabo. Na maior parte das vezes, os sonhos são produtos da carne, ou seja, são do próprio homem; fruto das preocupações, episódios que marcaram a nossa vida, vivência diária, coisas que nós damos grande importância, etc...; logo, a maioria dos sonhos não possui significado espiritual, no máximo revelam a nossa situação e / ou às vezes nos mostram aquilo que damos ênfase em nossa vida. Quando o sonho é espiritual, o Espírito Santo nos mostrará e dará o significado a nós mesmos ou a alguém que o possa discernir.
Infelizmente, existem irmãos que querem que os outros interpretem todos os seus “sonhos de barriga cheia”; existem também aqueles que gostam de dar interpretações a todos os sonhos que lhes contam.


6-9- O rei desejava saber a interpretação do sonho
O sonho o deixou tão preocupado que ele mandou que trouxessem a sua presença todos os que, supostamente, poderiam interpretar o sonho, entretanto, mais uma vez não puderam interpretar, visto que eram enganadores. Por último Daniel é trazido a presença do rei. Talvez o fato de ser o chefe dos sábios tenha sido um dos motivos de ter sido trazido por último, mas o motivo mais provável era que, apesar de não entender a visão, sabia que ela vinha da parte do Deus de Daniel, logo, evitou ter que chamá-lo a fim de não se humilhar.
Repare que Nabucodonosor não era convertido apesar de todos os sinais; ele afirma possuir outro “deus” diferente do Deus de Daniel, pois diz: “Beltessazar, segundo o nome do meu deus” no versículo 8. O nome de Daniel e dos seus três amigos foram trocados numa tentativa inútil de fazer com que eles esquecessem do Senhor. Os seus respectivos nomes verdadeiros, os relacionavam com o Senhor. Veja a tabela a seguir:

NOME
SIGNIFICADO
NOME CALDEU
SIGNIFICADO

Daniel
Deus é meu juiz!
Beltessazar
Bel protege a sua vida

Hananias
O Senhor tem sido gracioso
Sadraque
Amigo do rei

Misael
Quem é como Deus?
Mesaque
Quem é Aku, o deus lua?

Azarias
O Senhor tem ajudado
Abede-Nego
Servo de Nebo


O rei reconhecia que havia algo diferente em Daniel, bem como a capacidade sobrenatural que ele possuía para interpretar sonhos e visões, por isso pede para que interpretasse o sonho que passaria a relatar (9).

10-18- O relato do sonho
O rei passa a contar o seu sonho a Daniel. Não é necessário tentar interpretar o texto, pois nos versículos de 19 a 27 será dada a mesma, mas, baseado no próprio texto e na posterior interpretação, aqui vão algumas observações...
10-A árvore no meio da Terra mostra a posição do próprio rei, e, conseqüentemente, da Babilônia em relação às nações. Sabemos disto devido à própria interpretação que será dada nos versículos de 19 a 27, onde a árvore é o rei Nabucodonosor, que por ser o rei, representava o império.
11-A expansão do reino e a sua fama.
12-Os povos tornaram-se dependentes de Nabucodonosor e se acostumaram com a situação
13-“Um vigilante, um santo, que descia do céu”- O rei reconheceu neste personagem que: a)-era um mensageiro; b)-vinha do céu; c)-trazia uma sentença (14-16); d) A mensagem referia-se ao Altíssimo; Deus de Daniel (17).

16- A expressão “sete tempos” aqui neste versículo não traz um período determinado, mas significa o tempo necessário para que o objetivo do que estava para acontecer fosse concretizado.
17- Neste versículo é dito que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos e torna rei quem ele quer, seja este o mais humilde dos homens.


Meus amados; devemos reconhecer a soberania de Deus sobre a nossa vida; dependemos completamente dele e em vão nos esforçaremos para galgar uma posição caso esta não seja à vontade do Senhor para a nossa vida. Devemos fazer a nossa parte; o que estiver ao nosso alcance, mas procurar sempre “enxergar” a vontade de Deus para a nossa vida.
Muitas pessoas no mundo acham que estão na posição que ocupam por seus próprios méritos, mas sabemos que todas as coisas são pela soberania e propósito de Deus.


18-Levar em conta que o rei está usando uma linguagem própria do paganismo.

19-27- A interpretação do sonho é dada por Deus através de Daniel
O fato de Daniel ficar atônito se deve ao teor da interpretação que seria dada ao rei (19). Deus executaria juízo sobre o rei!
20-22- A árvore era o rei.
23-24- O restante do sonho trazia um decreto de Deus contra o rei.
25-26- Estes versículos nos mostram o que sucederia com o rei conforme o decreto de Deus.
27- Daniel aconselha o rei a acabar; parar imediatamente (por termo) com as suas maldades e ter atitudes justas, pois assim, talvez tivesse um maior período de tranqüilidade. O versículo não ensina, em hipótese alguma, a salvação por obras, pois isto contraria o ensino de toda Escritura, mas ensina que a mudança de coração se manifesta na mudança de atitudes. O rei não seria salvo por suas obras, era justamente este o seu problema, mas teria um tempo maior para que se arrependesse da sua soberba e orgulho em relação ao Senhor.
Repare, entretanto, que Daniel não diz que o decreto seria anulado, pois Deus já havia revelado o que aconteceria por conhecer o mais íntimo do rei; o seu problema não era apenas a injustiça, mas também a sua soberba e orgulho em relação a Deus. Nabucodonosor admitiu anteriormente a soberania de Deus, entretanto, de “boca para fora” e não com o coração. O rei precisava ser tratado!

Aprendemos aqui que o Senhor sempre dará oportunidade para que o homem se arrependa, entretanto, jamais será surpreendido, pois conhece o coração do homem e sabe todas as coisas antes que venham a acontecer.


Quantos declaram amar a Deus, mas apenas com os lábios, pois a sua confissão não procede do coração. Será que os nossos lábios expressam o sentimento do nosso coração?
Muitas letras de hinos retratam a Verdade, embora os seus autores não vivam a Verdade.


28-37- O cumprimento da revelação
28- Tudo se cumpriu, pois Deus não é homem para que minta e a sua Palavra jamais voltará vazia!
29-30- O cumprimento da revelação veio um ano depois da interpretação dada por Daniel. Notamos a soberba e orgulho do rei em achar que toda riqueza do seu reino, bem como as suas conquistas, vinham de si mesmo e eram para a sua própria glória.


Precisamos vigiar quanto a isto! Tudo o que temos e somos vem do Senhor, é por meio dele e para glória dele!



31- 33- O castigo foi imediato!
Obs: Nabucodonosor foi acometido de um tipo de distúrbio mental (ficou louco), seu estado ficou lastimável e irreconhecível!
34,35 No final do tempo determinado por Deus; a sua razão foi recuperada e ele glorificou ao Senhor.
36- Nabucodonosor recebeu de volta o seu governo.
37- O rei reconhece a soberania de Deus e também admite que foi humilhado, entretanto, não devemos esquecer que isto não significa conversão!
Desta vez o rei, através de um documento (talvez um decreto, ou ainda uma carta), torna a sua experiência conhecida dentre todas as nações (ver o início deste capítulo).
Findamos aqui a quarta história desta primeira parte do livro.








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