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sexta-feira, 3 de julho de 2009

visões e interpretações de outros interprete de sonhos




mecanismo dos sonhos




Realização de desejos – Uma das principais funções de nossos sonhos é a realização de desejos, conscientes ou não. A repressão constante de desejos poderia nos levar a várias psicopatologias, em particular às depressivas e histéricas, ao passo que a satisfação indiscrimidada poderia nos levar ao hedonismo ou à sociopatia. Assim, o sonho pode servir como válvula de escape, prevenindo a neurose e restabelecendo nosso equilíbrio. Nessa categoria temos, por exemplo, os sonhos de adolescentes com sexo.
Condensação – Os sonhos podem reunir em uma só imagem elementos de vários conteúdos. Por exemplo, uma pessoa aparentemente desconhecida em um sonho pode apresentar, quando analisada, o nariz de uma pessoa de nosso convívio, nome de outra, roupas de uma terceira e a profissão de uma quarta. Nesses sonhos, pode ser útil observar o que os elementos ou pessoas condensados tem em comum, ou em que campo de nossa vida ou personalidade se fazem conjuntamente presentes.
Deslocamento – Ocorre quando o inconsciente desvia o conteúdo de uma pessoa ou situação para outra, seja por similaridade, seja para diluir uma carga psíquica que ainda recusamos a admitir. Por exemplo, se ainda não aceitamos que já gostamos de alguém, pode ser que sonhemos com outra pessoa em seu lugar. Também é comum, em clínica, que pacientes relatem sonhos “prevendo” a morte de outros parentes, distantes ou já desencarnados, quando uma pessoa a quem são ligados está prestes a desencarnar.
Compensação – Importante função, descoberta por Jung, em que o sonho parece reequilibrar uma balança psíquica, através da apresentação de um conteúdo inverso. A intensidade da correção é proporcional ao desequilíbrio da vida desperta, sem fazer juízo moral. O sonho evita que a descompensação interna não trabalhada se transforme em neurose, ou, pior, que sua energia psíquica acumulada se materialize na forma de sincronicidades negativas, karma ou atração de situações desnecessárias. Como exemplos, temos a pessoa ciumenta que constantemente sonha que está sendo traída; o depressivo que, na falta de motivação em vida, “compensa” dormindo e sonhando em excesso; o funcionário humilhado que sonha agredir o chefe; e a pessoa com baixa auto-estima que sonha se sentindo “honrada” por estar na presença de pessoas famosas. Jung relata também o caso de um paciente que supervalorizava a mãe, mas sonhava sempre que ela seria uma bruxa. Até mesmo a realização de desejos, de Freud, pode ser vista como um caso particular da função compensação. Ainda que o ciumento do exemplo não deseje (conscientemente) uma traição, pode vir a tê-la não como premonição, mas como conseqüência de suas próprias posturas e inseguranças projetadas. As compensações são diferenciadas das falsas previsões pelo seu sentido contrário à vida, pela sua natureza exagerada e reversa, quase como espelho ou caricatura, tendo sempre um caráter reparador de um excesso, falta ou repressão que já cometíamos.
Prospecção – Similar a uma previsão de futuro, entretanto, não possui caráter paranormal, e sim, a conseqüência de algo que ainda não percebemos conscientemente, mas que tende fortemente a se realizar. O inconsciente consegue perceber o rumo que as coisas tomam e nos avisa de antemão, a exemplo de um computador que antecipa inúmeras jogadas de uma partida de xadrez. A diferença da prospecção para a premonição é que aqui não se trata de uma questão de destino ou deslocamento no tempo, e sim, da atuação lógica de uma inteligência maior, permitindo e sugerindo uma atitude que modifique o que foi vislumbrado.
Metáforas – O inconsciente é atemporal, e, portanto, não fala em nossa linguagem objetiva e seqüencial. Ele tem sua lógica e tradução, mas é preciso notar que suas mensagens são, em geral, simbólicas e metafóricas, onde um quadro subjetivo representa, com propriedade quase artística, um conteúdo psíquico ou situação concreta importante. Assim, a forma como dirigimos um carro pode simbolizar nossa condução de vida; uma sensação de exposição ou falta de privacidade pode ser retratada como nudez e dificuldades concretas podem virar montanhas em sonhos. Como um pintor em busca de inspiração, o inconsciente usa a imagem que melhor exemplifique a situação. Como exemplo, uma pessoa com má condução de vida, que tenha passado o dia dirigindo pode sonhar, à noite, com a estrada - mas, provavelmente, a forma como dirige no sonho tratará mais de sua vida psíquica do que da viagem do dia anterior.
Premonição – São sonhos onde o inconsciente, que é atemporal, percebe situações do futuro. São bem mais comuns do que imaginamos, mas a maioria das premonições observadas não tem caráter de alerta ou profético, mas apenas o de escolher, no dia seguinte ou em dias futuros particularmente marcantes, algo que ilustre um conteúdo simbólico que precise muito representar. É como se o inconsciente observasse o tempo do alto de uma pirâmide, à procura da imagem mais adequada – passada, futura, arquetípica, coletiva, mitológica – para condensar em uma só metáfora. Por exemplo, ao conversarmos com um colega de trabalho podemos lembrar que sonhamos exatamente com a frase que ele acabou de dizer. Neste caso, mais que prever um diálogo simples, o inconsciente está se valendo da situação ou conteúdo como metáfora de algo mais importante.
Projeção astral – Caso particular em que a alma se emancipa temporariamente do corpo físico, entrando em contato com o mundo espiritual. Pode ser consciente ou não durante sua ocorrência, e também variar em grau de rememoração ao acordarmos depois. Mais detalhes no começo deste artigo.
Materialização de desejos – Se tendemos a plasmar no astral aquilo que desejamos fortemente, especialmente aquilo em que estamos pensando no momento de dormir; e se tudo que há no astral tende a se duplicar e materializar no plano material, temos, então, que os sonhos podem ser, para bem ou para mal, visões do que estamos construindo para o nosso futuro. Isso pode ser utilizado como técnica de co-criação de realidades, no caso de imagens positivas; ou de correção de rumos em relação ao que tende a acontecer de “indesejado” (na verdade, desejado equivocadamente), caso não mudemos a condução de nossa vida.
Sonhos criativos – Os sonhos podem trazer a resolução de problemas que estudamos, ou a síntese de uma criatividade artística, literária, musical ou intuitiva. Muitos escritores escreveram seus clássicos a partir dos sonhos. A invenção da máquina de costura, a descoberta da estrutura cíclica do benzeno e até mesmo a surpreendente disposição dos elementos químicos na tabela periódica de Mendeleiev são exemplos de sonhos que resolveram problemas consideráveis. Entretanto, em todos esses casos, o sonhador sempre estava trabalhando anteriormente no problema. Ou seja, o sonho criativo constitui uma inteligência de síntese superior à capacidade racional da mente consciente.

Outras visões
Para Frederick Perlz, criador da Gestalt, nenhum sonho é desprovido de sentido. Tudo deve ser integrado e todo elemento presente no sonho é uma parte da personalidade projetada. Já para Ann Faraday, os sonhos tratam também das grandes questões existenciais que precisam ser enfrentadas em algum momento da vida e que são anunciados por angústia ou desconforto emocional. Para Sigmund Freud, todo sonho seria a realização de um desejo, e sua linguagem empregaria deslocamentos e condensações. Para Donald Winnicott, os sonhos tratam do “cuidado”, às vezes sugerindo uma atitude restabelecedora, sendo que podemos sonhar o sonho de outra pessoa. Assim, pode haver sonhos de um casal, sonhos do paciente para um analista, e até mesmo a possibilidade de um governante sonhar o sonho de uma nação, como no clássico sonho do faraó do Egito, interpretado por José, na Bíblia.

Sonhos na Antigüidade
Os registros mais antigos que possuímos de estudos de sonhos vêm dos assírios, em 6000 a.C.. Placas traduzidas revelaram ser um profundo estudo sobre interpretação de sonhos, que atribuía a sua origem ao contato com espíritos. Já os egípcios acreditavam que os sonhos vinham dos deuses e serviam para aconselhamento, avisos premonitórios ou resposta a perguntas do sonhador. Gregos possuíam templos de incubação de sonhos, onde os deuses visitavam o sonhador e respondiam às suas perguntas. Hipócrates estudou os significados dos sonhos de doentes, antecipando diagnósticos. Platão estudou a natureza da alma humana, antecipando conceitos próximos ao inconsciente, à repressão de desejos e à sombra, que a Psicanálise só estudaria 2500 anos depois. Aristóteles escreveu três livros sobre os sonhos. O curioso é que os temas mais comuns dos sonhos estudados pelos antigos continuam presentes até hoje. Em qualquer cultura, tempo e local, todos os homens tendem a sonhar, por exemplo, com águas sujas, perseguição, perdas de dentes, nudez, provas para as quais não está preparado, sexo, realização de desejos, quedas inesperadas e capacidade de voar, aparentemente, todos com significados também comuns.
Já no Gênesis, no Antigo Testamento, José interpreta sonhos de prisioneiros e do Faraó, salvando o Egito das conseqüências de um tempo de grande fome, a partir da interpretação do simbolismo de sete vacas gordas e magras. Com suas habilidades em escutar as mensagens de Deus nos sonhos, particularmente os premonitórios, José sai da condição de escravo para a de braço direito do Faraó.
O profeta Daniel, o mesmo da cova dos leões, também desvenda diversos sonhos na Bíblia, seja para salvar sua própria pele, seja para interpretar os sonhos do Rei Nabucodonosor. O próprio livro do Apocalipse, assim como várias outras passagens de apóstolos e profetas, são relatadas como visões que o escritor teve durante sonhos e saídas do corpo, “onde teria sido levado por Deus aos céus”.


Interpretação dos sonhos mais comuns
A seguir, alguns significados que ocorrem freqüentemente em sonhos. Para mais detalhes, é importantíssimo consultar um dicionário de símbolos, que expanda nossa reflexão, e nunca um dicionário de sonhos determinista. Também observar que o conteúdo pessoal do símbolo para o sonhador é mais importante que o significado coletivo, e que a interpretação de sonhos deve partir de associações que o sonhador faz com cada elemento do sonho, do qual o significado coletivo do símbolo é auxílio amplificador, e nunca uma generalização.
Água –
Na maioria das vezes, trata de questões emocionais. O mar pode ser uma representação do inconsciente; e o movimento, limpeza e estado da água metaforizar nossos sentimentos e emoções. Sonhos em que flutuamos em piscinas ou águas paradas podem também representar um desejo de regressão, ou seja, de voltarmos à “barriga da mamãe”, às vezes como defesa da impotência em se lidar com uma situação da “vida adulta”.
Água suja –
Muitas vezes, indica situações emocionais complicadas, que “turvam” nossa natureza emocional. Conseguir evitá-las pode indicar maturidade diante de dificuldades.
Ondas Gigantes –
Podem sugerir um período de grande turbulência emocional, ou em que as águas do inconsciente parecem estar prestes a nos engolir. Conseguir flutuar sobre elas, ou não ser atingido, pode ser um bom sinal.
Nudez –
Em geral, trata de temas como exposição excessiva, fragilidade diante dos julgamentos sociais ou mesmo falta de privacidade em algum ambiente ou situação. A exposição indesejada pode nos perguntar sobre o que as pessoas pensariam sobre nós se pudessem nos conhecer exatamente como somos, e não como tentamos aparentar. Muitas vezes, apenas o sonhador está incomodado com sua nudez, e as pessoas parecem não se importar – a exemplo de quando nos cobramos excessivamente em relação a algo que não é tão importante assim.
Estar voando – Pode ser uma alusão ao elemento ar, que metaforiza a atividade racional e a função pensamento. Também pode sugerir suavidade e capacidade de ver os problemas e cenários a partir de uma perspectiva superior. É também bastante associado a rememoração de experiências de projeções astrais.
Perda de Dentes –
Presente em todas as épocas e culturas, em geral fala do tema da perda, particularmente a de juventude ou de poder. Os dentes também caem naturalmente em alguns momentos da vida, além de estarem associados a caveiras – o que pode sugerir uma consciência de momentos marcantes de nossa existência, ou mesmo do inexorável passar do tempo.
Banheiro – Além do já tratado no tema da nudez, os banheiros são também locais onde deixamos dejetos, bem como fazemos nossa higiene pessoal. Dependendo do contexto, o sonho pode tratar da eliminação do que não nos é mais necessário, ou de nossa necessidade de purificação.
Perseguição – Podem dar vazão a partes de nós que nos perseguem, tais como culpas, negações ou conteúdos tratados na figura da “sombra”. Se o sonho é recorrente e o sonhador tem consciência, a sugestão é não fugir, e perguntar ao perseguidor o motivo pelo qual nos persegue. Seja um conteúdo psíquico ou até mesmo um processo de assédio, a resposta sempre apontará para questões internas nossas que, se trabalhadas, melhorarão nossa sintonia espiritual.
Morte e nascimento - Gravidez, bebês e partos são metáforas comuns para início de processos. Do mesmo modo, a morte em sonhos pode ser apenas uma metáfora para o encerramento de um ciclo.
Subterrâneos – Em geral, tratam de processos inconscientes. O mesmo pode valer para porões, poços e escadarias descendentes.
Veículos – Na maioria dos casos, tratam da condução de vida. Observar qual o meio de transporte, e em que meio se locomove. Automóveis podem ser também metáforas dos nossos veículos de manifestação, a começar pelo corpo físico.
Elementos – Água, Terra, Fogo e Ar são associados universalmente às experiências emocionais, às percepções dos sentidos, à iniciativa e à atividade mental. São também associados às funções racionais de Jung, respectivamente o sentimento, a sensação, a intuição e o pensamento.


Dicas práticas sobre sono e sonhos
Tenha uma agenda de sonhos e projeções. Anote data, palavras-chave, situe o momento e o estado emocional, e descreva tudo o que lembrar. Se necessário, utilize o celular para gravar as primeiras impressões. Retorne ao livro de sonhos tempos depois, lendo e reinterpretando sonhos já esquecidos.
Durma relaxado e, de preferência, sempre no mesmo horário.
Evite estimulantes, café, refrigerantes com cafeína, álcool e cigarros, especialmente à noite. Evite também refeições pesadas antes de deitar.
Mantenha o quarto sossegado. O quarto deve ser um local sagrado para se descansar, fazer amor, ler e repousar, com “egrégora” (atmosfera espiritual) preservada.
Não durma com TV ligada e timer. De preferência, reserve alguns minutos para uma interiorização e espiritualização, antes de dormir.
Banho, relaxamento, música suave, aromatizantes (incensos, velas perfumadas) e outros artifícios de relaxamento são bem vindos.
Práticas bioenergéticas e visualizações ao deitar induzem estados alterados de consciência e melhoram a qualidade de sonhos e projeções.
Leituras espiritualistas, expansoras da mente, elevadas ou motivantes induzem uma boa sintonia e tranquilidade interior que se reflete na qualidade do sono e sonhos.
Um bom dicionário de símbolos e mitos, enciclopédico, pode enriquecer bastante a compreensão dos sonhos. (Fuja dos "dicionários de sonhos", mais deterministas, pois limitam a reflexão ao invés de amplificá-la)
O estudo de mitologia, tarot e sistemas simbólicos ou arquetípicos aumenta a qualidade da interpretação do coletivo.
Interprete situações do cotidiano como se fossem sonhos, em especial as particularmente cheias de simbolismos, repetições, coincidências e sincronicidades.


BOX3 - Estruturas psicológicas em sonhos
Sombra – Representa as partes de nossa personalidade que, embora presentes, não queremos aceitar. Se não aceita e trabalhada, pode ser fonte de neuroses ou obsessões. Muitas vezes percebida nos sonhos como seres lendários, vampiros, demônios, conteúdos lamacentos, insetos, cenários umbralinos e outras estruturas que nos provoquem medo ou repugnância.
Ânima – O inconsciente do homem, que tem características femininas (yin), uma vez que socialmente os indivíduos deste sexo desenvolvem no consciente as características simbolicamente masculinas. Pode se apresentar nos sonhos como uma mulher que nos atrai de modo amoroso e não sexual, uma irmã, uma princesa ou um simbolismo maior do feminino.
Ânimus – O inconsciente da mulher, que tem características simbolicamente masculinas (yang). Muitas vezes se apresenta nos sonhos como homens sem rostos, ou como a presença de pai, irmão e filho, militares uniformizados, ou outros simbolismos em que haja uma iamgem claramente masculina, porém impessoal.
Persona – As máscaras que precisamos usar para desempenharmos nosso papel social. Aquilo que “estamos”, e que muitos confundem com o que “somos”. Nos sonhos, pode ser ilustrada por máscaras, documentos de identidade, troca de roupas e outras formas externas de apresentação e identificação.
Self – Eu Maior, elemento centralizador da psique, englobando conteúdos conscientes e inconscientes. Um dos objetivos da terapia junguiana, assim como do autoconhecimento espiritual é fazer com que o centro de nossa personalidade passe do ego consciente para o Self, ou seja, que nossas decisões sejam cada vez mais guiadas pelo Eu Maior, pela harmonia com o coletivo e pela realização da nossa função existencial. Para que o Self se manifeste plenamente é imprescindível uma integração entre consciente e inconsciente, bem como o reconhecimento de nossa sombra.
Superego - Estruturas que sugerem repressão, necessidade de aprovação. Formado pela internalização das regras paternas e sociais, muitas vezes se apresenta como policiais, figuras austeras, examinadores de provas, ou no desconforto de se ver nu ou frágil aos olhos dos demais.
Cachorrão-Cachorrinho – Estruturas onde há, nos sonhos, um sujeito opressor e um outro oprimido. Destaca nossos conflitos internos e, quando aparecem, nos sugerem refletir sobre em que aspectos de nossa personalidade nos consideramos fragilizados ou mesmo vitimados, e por que.


- Considerações importantes sobre sonhos
Sonhos são pessoais. Interpretações sem a presença do sonhador são meras generalizações.
Homens e mulheres sonham com coisas diferentes!
Alguns temas se repetem durante toda a vida.
Mulheres sonham mais vezes com ambientes fechados e pessoas conhecidas.
Quanto mais se sonha, melhor a memorização.
Há casos de sonhos usados para resolver problemas, inspirar soluções, invenções, músicas, peças e livros.
Os sonhos revelam algo sobre nós enquanto indivíduos: vida, relacionamentos, preocupações, medos, eventos futuros, avisos, traumas passados, estado emocional.
“Sonhos que não são interpretados são como cartas que não foram abertas. Os sonhos são comunicações importantes para nós mesmos” (Erich Fromm, 1951).
O conteúdo do sonho é determinado pela vida do sonhador, e/ou reflete sua visão do mundo.
Apesar dos significados individuais, certos símbolos ou temas são coletivos, ou até mesmo universais.
Símbolos dos sonhos refletem estado emocional, psicológico e físico do sonhador, ou acontecimentos externos em sua vida (ainda que futuros!).
Há situações cotidianas que podem ser interpretadas como sonhos, e sonhos que claramente refletem fatos da vida desperta. O consciente está presente no sono, e o inconsciente se manifesta na vigília. Sonhos e sincronicidades formam uma realidade única na qual a espiritualidade e evolução se aplicam ao cotidiano.
Somos muito mais do que aquilo que conhecemos sobre nós mesmos. A consciência absoluta é maior que o “eu” conhecido, a realidade é coletiva, o tempo é mais que o agora, e as camadas físicas, emocionais e espirituais interligam-se intimamente, em vários níveis, influenciando umas às outras. Em síntese, sonhos são a ligação direta entre os erros e acertos de nossa existência, nosso espírito imortal, e a própria voz de Deus, que sempre fala dentro de nós.

aqui meus caros leitores é pra voçê saber que existem pessoas que tem interpretações totalmente diferente das minhas só que eu vós afirmos que interpreta não sou eu mas o espírito santo é quem mim dar a interpretação.

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