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quarta-feira, 15 de julho de 2009

sonhos lucidos e experiencia fora do corpo


Sonhos lúcidos e experiência-fora-do-corpo (EFC)

Projeção por meio do controle do sonho




Por: D. Scott Rogo







(Nota do Blog: o texto que se segue é uma tradução livre do capítulo 8 do livro de D. Scott Rogo, "Leaving the Body - A Complete Guide to Astral Projection", entitulado: "Projection Through Dream Control")





Existe uma especial e antiga relação entre o sono e a experiência fora do corpo (EFC - ou OBE em inglês). Muitas culturas primitivas acreditavam que a alma deixa o corpo durante o sono e, por essa razão, aquele que dorme nunca é movido de onde ele/ela se encontra. Pode haver mais verdade do que fábula nesse mito, uma vez que a maioria das pessoas tiveram sua primeira OBE espontânea enquanto entravam no sono ou saíam dele. Muitos talentosos projetores, de Hugh Callaway a Sylvan Muldoon e mesmo Keith Harary, experimentaram separações noturnas antes de aprenderem a exercer controle sobre elas. Muitas técnicas para induzir a OBE, tais como aquela esboçada por Robert Monroe, ensinam aos estudantes a partirem do sono. Por isso, faz muito sentido que a OBE possa ser mais facilmente induzida a partir desse estado de inconsciência. Mas como ? Como pode aquele que dorme inconscientemente "fazer" alguma coisa para voluntariamente sair do corpo ? A resposta surge por meio do controle do sonho.



Contexto






Poucas pessoas percebem que os sonhos podem ser controlados muito facilmente. Você provavelmente notou que seus sonhos são frequentemente influenciados por aquilo que você faz durante o dia, pelas pessoas que você encontra, por suas interações com elas, e pelo modo como você se sente sobre seus amigos e parentes. Nosso relacionamento com pessoas importantes em nossas vidas frequentemente determina, num nível simbólico, o que sonhamos em cada noite. Além disso, é possível controlar o conteúdo de seus sonhos por meio da auto-sugestão. Se você for para a cama concentrando-se deliberadamente sobre certas pessoas ou temas, você perceberá que o inconsciente responderá às sugestões.



A suprema forma de controlar o sonho é produzir sonhos "lúcidos" nos quais você percebe que está sonhando mas, subsequentemente, não acorda. Muitas pessoas têm essa experiência uma vez ou duas em suas vidas. A forma mais comum de lucidez ocorre durante um pesadelo, quando o sonhador percebe que a experiência é irreal e ordena a si próprio a acordar. Muitos sonhadores lúcidos experientes são capazes de manter o sonho depois desta identificação a então podem realizar experimentos com seus sonhos. Eles podem criar toda sorte de milagres vedados em nosso cotidiano. Voar é a aventura favorita do sonhador lúcido. O que é importante lembrar é que, embora algumas pessoas sejam naturalmente sonhadoras lúcidas, a habilidade pode ser desenvolvida e estimulada com a prática.






As pessoas que tornam-se conscientes que estão sonhando têm um notável controle sobre si mesmas; a mente consciente e inconsciente parecem fundir-se. Um curioso encontro entre essas linhas foi realizada por Keith Hearne da Hull University na Inglaterra, que descobriu que os sonhos lúcidos podem ser artificialmente induzidos em voluntários de laboratório. Clipes especiais atados aos narizes dos sonhadores são carregados eletricamente quando o sujeito ingressa no período REM (Rapid Eye Movement), o que denota estar sonhando. Pulsos enviados pelo clip alertam o sonhador, que "acordará" para o fato de que ele ou ela está sonhando. O sonhador então sinaliza de volta para o pesquisador, através de um movimento de olhos pré-combinado, de que ele ou ela está consciente do estado. Esta pesquisa forneceu aos investigadores um método de interagir diretamente com o inconsciente. A indução experimental de sonhos lúcidos pode bem ser um dos maiores avanços da psicologia. Pesquisadores no campo da criatividade esperam treinar sonhadores lúcidos para criar aventuras para si mesmos que possam servir como base para futuros dramas e "estórias" ("plays and stories"), enquanto psicoterapeutas esperam que um sonhador lúcido possa treinar a si próprio a encontrar um auxiliar onírico que o ajudará a compreender seus problemas e solucioná-los.



Parapsicologos estão também entusiasticamente conscientes dos benefícios potenciais que os sonhos lúcidos podem oferecer em seus próprios campos. Muitos sonhadores lúcidos relatam Percepções Extra-Sensoriais (ESP) como parte de seus sonhos, e alguns estudos-pilotos foram realizados para verificar se o estado de lucidez onírica da mente pode ser particularmente útil para as ESP. Uma relação muito especial e empírica também existe entre sonhar lucidamente e as OBE.



A maioria dos grandes projetores do passado também foram sonhadores lúcidos. Muitos deles inclusive aprenderam a arte da projeção astral como um co-produto de suas experiências no controle dos sonhos. Só não está claro porque existe essa curiosa associação. Há boas razões para acreditar que fatores inconscientes exercem um importante papel na habilidade de deixar o corpo; talvez a aprendizagem do controle conciente de um dos processos mentais inconscientes seja um fator crítico na habilidade de se produzir OBEs à vontade. Essa teoria encontra apoio no fato de que pessoas que tentam induzir sonhos lúcidos por vezes também produzem OBEs acidentalmente.



Como mencionado entes, Sylven Muldoon, Hugh Callaway e muitos outros alegaram que ao menos algumas de suas OBEs foram induzidas por meio da manipulação de sonhos lúcidos. A habilidade básica foi alcançar um sonho lúcido ou pré-programado, levar a si próprios para deixar o corpo e, então, "despertar" fora dele. Tal prática levou Callaway a perceber que o sonho lúcido poderia ser usado como uma rota para um controle puramente volitivo de OBE.




Sonhos lúcidos e OBE representam formas de vida mental divorciadas do corpo. Embora alguns sonhos lúcidos possam ser de fato OBEs disfarçadas, esses dois fenômenos parecem constiruir experiências mentais distintas. O sonhador lúcido está bem consciente de que ele ou ela está sonhando e que a experiência é imaginária. Sua consciência é como um sonho, algumas vezes fantástica. O projetor astral mentalmente opera num ambiente mais concreto e normalmente está consciente de que ele ou ela definitivamente não está sonhando. Assim seria ingênuo alegar que a OBE induzida por sonho lúcido é meramente um sonho. A melhor forma de ver o sonho lúcido, então, é como um degrau para a OBE e não meramente como um fenômeno paralelo existindo ao lado dela. Como uma tentativa de controlar o inconsciente durante o sono ou quase-sono (ou seja, o estado hipnagógico), os sonhos lúcidos poderiam ser a primeira manifestação desse controle. OBEs podem se seguir naturalmente. Aprender a induzir sonhos lúcidos bem podem representar um modo muito prático de iniciar OBEs espontâneas, a partir do qual um controle mais formal e direcionado pode ser estabelecido.



A habilidade de sonhar lucidamente não é um presente místico - um estranho fenômeno, sim, mas não um fenômeno paranormal. Uma vez que seja um potencial aberto a todos nós, ele representa uma maneira perfeita de abordar a OBE.





As técnicas



Antes de aprender a induzir sonhos lúcidos, você deve aprender a observar e controlar seus sonhos em geral. A chave é a simples auto-sugestão associada à observação sistemática. Uma excelente discussão sobre controle dos sonhos vem de Patrícia Garfield, uma psicóloga que é também uma sonhadora lúcida, em seu livro Creative Dreaming ("Sonhos Criativos"), que pode ser consultado para maiores e mais elaboradas discussões e sugestões. Aqui nós estamos lidando somente com aspectos básicos.




Após estudar muitos sistemas de controle de sonhos e usar ensinamentos provenientes de várias culturas, a Dra. Garfield sugere certos passos para aprender um controle metódico dos sonhos.




Inicie pela reavaliação de suas atitudes em relação aos seus sonhos. Você deve se convencer, seja pela auto-observação, seja por estudos acadêmicos, que seus sonhos são importantes e significativos para você e que você pode aprender com eles. Se você se lembrar de um sonho após acordar, não o ignore. Tente analisá-lo e observar as mensagens que ele traz para você. (Um excelente guia sobre esse assunto encontra-se em Montague Ullman (com Nan Zimmerman), "Working with Dreams" - NY:Delacorte, 1979). Uma vez que você percebeu a importância de seus sonhos, pode começar a experimentar influenciá-los. Se voce respeitar seus sonhos, eles responderão.




A técnica básica é sugerir a si próprio, antes de dormir, que voce irá sonhar sobre certa pessoa ou tema. Se voce praticar regularmente, notará que a sugestão começará a ser incorporada em seus devaneios. Garfiel especificamente sugere que "voce pode depositar suas intenções oníricas em uma frase, relaxe, repita-a e visualize sua realização." Uma frase tal como "esta noite eu sonharei sobre meu amigo etc etc" será suficiente. Quando voce for para a cama, em outras palavras, não caia simplesmente no sono. Prepare-se para seus sonhos.




Usando esses exercícios psicológicos, voce também verá que as recordações de sonhos também melhorarão. Isso ocorrerá mais e mais frequentemente enquanto voce começa a adquirir algum controle do conteúdo de seus sonhos. Também ajudará se voce anotar seus sonhos pela manhã. A melhor forma é permanecer deitado quando acordar; simplesmente fique em repouso e tente se lembrar oque você estava sonhando. Se você não puder lembrar-se, mude de posição. Por alguma razão isso ocasionalmente ativa sua recordação de sonhos. Então, assim que os sonhos venham à mente, escreva ou dite a um gravador de voz. Dessa forma, voce terá um registro de seus sonhos e te possibilitará a ver como seu controle está avançando. Você perceberá que as recordações de sonhos começarão a voltar espontaneamente durante o dia, normalmente ativadas por algo que você tenha visto ou ouvido que seja similar a algo que você tenha sonhado na noite anterior.




Uma vez que você tenha alcançado algum nível de controle dos sonhos, pode iniciar a indução de sonhos lúcidos. Há muitas formas de fazer isso; a mais simples é através de uma ou outra forma de auto-sugestão. Advirta-se, entretanto, que os sonhos lúcidos são mais propensos a ocorrer nas horas da manhã após você ter tido uma boa noite de sono. Assim, sua melhor chance ocorrerá ao praticar após seu despertar inicial, porém planejando voltar a dormir por algum tempo. Este fenômeno pode ser resultado da psicologia normal do sono, uma vez que a maioria das pessoas não iniciam seu primeiro período de sonho noturno antes dos 70-90 minutos após adormecerem. Nós normalmente acordamos de um estado REM (sigla em inglês para movimentos rápidos dos olhos) , retornando então a dormir para entrar novamente nesse estado. Sua sugestão para sonhar lucidamente nesse intervalo crítico pode ser mais facilmente obtida durante o acesso inicial ao sono.







As seguintes técnicas são básicas para induzir sonhos lúcidos:




1. Induzir sonhos de vôo.




Por alguma razão, os sonhadores lúcidos experimentam, quase universalmente, mais sonhos de vôo que a média dos sonhadores. As pessoas que têm muitos sonhos lúcidos frequentemente acham que eles são introduzidos por sonhos de vôo ou que a lucidez pode ser melhor alcançada durante um sonho de vôo. Pode ser simplesmente que o desafio à gravitação traga um alerta onírico ao sonhador para o fato de que ele ou ela esteja sonhando. Por essa razão, inicie dando a si mesmo a sugestão de que voce voará em seus sonhos. Quando você obter êxito, sonhos lúcidos poderão se manifestar espontaneamente.




2. Indução de stress ou pesadelos.




Quase todos já tiveram a experiência de acordar de um pesadelo particularmente feroz. Essa defesa psicológica contra o excesso de stress nos sonhos pode ser aproveitada como uma vantagem genuína. Sugira a si próprio que você terá um pesadelo ou uma aventura especialmente estressante em seus sonhos, e verá se voce pode acordar a si próprio dele. Dê a si mesmo a sugestão de que você acordará quando o sonho tornar-se tão estressante que você perceberá que está sonhando. Após ter alcançado esse objetivo, não ordene a si mesmo a acordar após tornar-se lúcido. Simplesmente deseje que seu ambiente onírico mude ou diga a quem ou ao que quer que seja que vá embora ! Isso normalmente ocorre. Algumas culturas ainda ensinam as crianças a controlar seus pesadelos dessa forma, lembrando a elas mesmas, quando vão dormir, que os sonhos não são reais e para fazer amizade com seus inimigos oníricos usando essa forma de confrontação.







3. Reconheça as incongruências em seus sonhos.




Este é provavelmente o método mais universal para aprender e controlar os sonhos lúcidos. Antes de ir dormir, dê a si mesmo a sugestão de que durante seus sonhos, voce será capaz de pesnsar analiticamente. Diga a si mesmo para notar qualquer incongruência que o alertará para a irrealidade daquilo que você está experienciando.




A maioria das pessoas tem seu primeiro sonho lúcido quando, por alguma inexplicável razão, esse momento de insight ocorre espontaneamente. Por exemplo, um de meus próprios sonhos lúcidos ocorreu na manhã após eu ter levantado, lido um pouco sobre sonhos lúcidos e caído no sono no sofá. Sonhei que estava em uma sala de jogos com um garota. Nós deixamos o local e, enquanto eu olhava em volta, a garota desapareceu em um instante. Isso me deixou perplexo, então eu voltei para o salão de jogos, apenas para ver que ele havia sido completamente redecorado. A partir dessa incongruência, percebi que eu estava sonhando. Não acordei, mas dei a mim mesmo a sugestão de continuar a dormir para que eu pudesse experimentar o meu ambiente onírico. Tive tempo suficiente para voar e deliberadamente tentar atingir um estado expandido de consciência. Finalmente, ordenei a mim mesmo para acordar.




Para captar essas incongruências, repetidas auto-sugestões são a melhor forma, embora possa levar tempo e prática consideráveis.




4. Sugira a você mesmo que os sonhos são irreais.




Para o sonhador, o mundo onírico é muito real. Quem já não acordou de um pesadelo suando frio ou rindo de algo absurdo ? É possível mudar tudo isso meramente por auto-sugestão. Mary Arnold-Forster, uma dona-de-casa britânica que é uma bem-sucedida sonhadora lúcida, explica como ela desenvolveu sua habilidade em seu livro "Studies in Dreaming". Ao longo do dia, ela começou a lembrar a si mesma que os sonhos não são reais. Isso atuou como uma auto-sugestão sobre seu inconsciente e ela começou a lembrar disso enquanto estava sonhando. Sonhar lucidamente foi o resultado natural. Normalmente, ela acordava tão logo percebesse que estava sonhando, porém com o tempo, ela se tornou capaz de controlar sua excitação, permitindo que o sonho seguisse seu curso.




5. Mantenha a consciência até o momento de entrar no sono e sugira que você observará seus sonhos com a consciência desperta.




A indução deliberada de sonho lúcido a partir do estado desperto, mais do que a partir do próprio sono, é provavelmente a técnica mais difícil, primeiramente apontada pelo místico russo P. D. Ouspensky em seu estudo clássico Um Novo Modelo de Universo




os pesadelos


OS PESADELOS


As experiências astrais refletem aquilo que somos interiormente. Tudo aquilo que realizamos no físico se reflete no astral. As sintonias internas inferiores que alimentamos ao longo do dia através dos pensamentos ignorantes nos mantém presos às infra-dimensões da natureza ficando à mercê das entidades tenebrosas do averno. O problema está dentro de cada um, aquilo que são, aquilo que pensam, aquilo que dizem...



Os pesadelos são os acessos às infra-dimensões da natureza, onde só há o pranto e o ranger do dentes, os sonhos parecem muito densos, escuros, cheios de terror e aflição.



Compreendam que durante o sono, enquanto o corpo físico está sendo revitalizado pelo corpo vital, o corpo astral se desloca levando consigo toda a psicologia das pessoas, ou seja, os defeitos psicológicos, o ego infra-humano.



Aqui ensinamos às pessoas o trabalho interno de auto-superação interior contínua, eliminando de forma consciente e voluntária todas estas sintonias sinistras alimentadas internamente na psicologia.



Sugiro à todos que trabalhem sobre si mesmos com os ensinamentos aqui entregues e comprovarão por si mesmos tudo o que aqui dou como testemunho vivido.





estudo sobre sonhos no livro de Daniel


Nesta aula estaremos meditando no capítulo 4 do livro de Daniel.
O rei Nabucodonosor mostrava possuir um coração orgulhoso e duro; apesar de, obrigatoriamente, ter que admitir o poder de Deus por duas vezes (2.47; 3.28,29).
Sabemos que foi na época deste rei que Jerusalém e o templo foram destruídos e os judeus foram levados cativos para a Babilônia, entretanto, Deus estava no controle de todas as coisas e o cativeiro era necessário para a correção da nação de Israel, mas isto não significava, em hipótese alguma, que o Senhor havia abandonado o seu povo, ou que um rei ímpio pagão pudesse humilhar a nação escolhida, sem que isto fosse permissão de Deus e com um propósito determinado.
A queda de Jerusalém era prevista, bem como a sua posterior restauração, porém o controle do Senhor deveria ser enfatizado.
Podemos perceber a soberania de Deus quanto à queda de Jerusalém, bem como quanto a sua futura restauração, em vários textos, como, por exemplo, Jeremias 29.10,11. Do mesmo modo, notamos o controle de Deus sobre a situação, e, especificamente sobre o rei Nabucodonosor, nos escritos dos profetas, dentre os quais podemos citar Habacuque (em seu livro relata o castigo de Jerusalém pelos caudeus em Hc 1.6 e a posterior queda dos caldeus em Hc 2.4-20) e Jeremias (25.8-14).
Posteriormente o rei Ciro, seria também um instrumento de Deus, desta feita para libertar os judeus do cativeiro (Is 44. 24-28), isto deixa claro a soberania de Deus.
A Babilônia cairia, mas antes da queda, Nabucodonosor precisava ser quebrantado, embora isso não significasse que houvesse uma conversão da sua parte.
Apesar de todos os sinais, parece que Nabucodonosr insistia em achar que as suas conquistas vinham dele próprio, o seu coração continuava orgulhoso, a sua soberba era notória; o rei precisava ser humilhado e o seu coração necessitava ser quebrado...
Estes dados são importantes para prosseguirmos com a nossa aula.

I- Esboço do capítulo 4:
1-3- O rei Nabucodonosor decide tornar conhecida a experiência que teve.
1- A experiência seria divulgada
2,3- O relato visava tornar conhecido o poder de Deus
4-18- O sonho do rei
4,5- Um sonho
6-9- O rei desejava saber a interpretação do sonho
10-18- O relato do sonho
19-27- A interpretação do sonho dada por Deus através de Daniel
28-37- O cumprimento da revelação
28-33 –O castigo
34-37- O restabelecimento do rei e a glorificação do Senhor

II.- Analisando o capítulo 4

Dn 4.1-3- O rei decide divulgar a experiência que teve
O início do capítulo em forma de narrativa, nos mostra que o rei da Babilônia (Nabucodonosor) se dirige a todas as nações (1) com o objetivo de tornar conhecido o poder de Deus (2,3). Vamos perceber no decorrer da leitura, que o motivo da narrativa foi uma experiência que ele teve com Deus.

Dn 4. 4-18- O sonho do rei

4,5- O rei teve um sonho
O rei passa então a relatar a sua experiência; ele afirma ter tido um sonho. Este sonho o deixou inquieto e ele percebeu não se tratar de um sonho comum.


Existem três procedências dos sonhos, a saber:
Carne, Deus e Diabo. Na maior parte das vezes, os sonhos são produtos da carne, ou seja, são do próprio homem; fruto das preocupações, episódios que marcaram a nossa vida, vivência diária, coisas que nós damos grande importância, etc...; logo, a maioria dos sonhos não possui significado espiritual, no máximo revelam a nossa situação e / ou às vezes nos mostram aquilo que damos ênfase em nossa vida. Quando o sonho é espiritual, o Espírito Santo nos mostrará e dará o significado a nós mesmos ou a alguém que o possa discernir.
Infelizmente, existem irmãos que querem que os outros interpretem todos os seus “sonhos de barriga cheia”; existem também aqueles que gostam de dar interpretações a todos os sonhos que lhes contam.


6-9- O rei desejava saber a interpretação do sonho
O sonho o deixou tão preocupado que ele mandou que trouxessem a sua presença todos os que, supostamente, poderiam interpretar o sonho, entretanto, mais uma vez não puderam interpretar, visto que eram enganadores. Por último Daniel é trazido a presença do rei. Talvez o fato de ser o chefe dos sábios tenha sido um dos motivos de ter sido trazido por último, mas o motivo mais provável era que, apesar de não entender a visão, sabia que ela vinha da parte do Deus de Daniel, logo, evitou ter que chamá-lo a fim de não se humilhar.
Repare que Nabucodonosor não era convertido apesar de todos os sinais; ele afirma possuir outro “deus” diferente do Deus de Daniel, pois diz: “Beltessazar, segundo o nome do meu deus” no versículo 8. O nome de Daniel e dos seus três amigos foram trocados numa tentativa inútil de fazer com que eles esquecessem do Senhor. Os seus respectivos nomes verdadeiros, os relacionavam com o Senhor. Veja a tabela a seguir:

NOME
SIGNIFICADO
NOME CALDEU
SIGNIFICADO

Daniel
Deus é meu juiz!
Beltessazar
Bel protege a sua vida

Hananias
O Senhor tem sido gracioso
Sadraque
Amigo do rei

Misael
Quem é como Deus?
Mesaque
Quem é Aku, o deus lua?

Azarias
O Senhor tem ajudado
Abede-Nego
Servo de Nebo


O rei reconhecia que havia algo diferente em Daniel, bem como a capacidade sobrenatural que ele possuía para interpretar sonhos e visões, por isso pede para que interpretasse o sonho que passaria a relatar (9).

10-18- O relato do sonho
O rei passa a contar o seu sonho a Daniel. Não é necessário tentar interpretar o texto, pois nos versículos de 19 a 27 será dada a mesma, mas, baseado no próprio texto e na posterior interpretação, aqui vão algumas observações...
10-A árvore no meio da Terra mostra a posição do próprio rei, e, conseqüentemente, da Babilônia em relação às nações. Sabemos disto devido à própria interpretação que será dada nos versículos de 19 a 27, onde a árvore é o rei Nabucodonosor, que por ser o rei, representava o império.
11-A expansão do reino e a sua fama.
12-Os povos tornaram-se dependentes de Nabucodonosor e se acostumaram com a situação
13-“Um vigilante, um santo, que descia do céu”- O rei reconheceu neste personagem que: a)-era um mensageiro; b)-vinha do céu; c)-trazia uma sentença (14-16); d) A mensagem referia-se ao Altíssimo; Deus de Daniel (17).

16- A expressão “sete tempos” aqui neste versículo não traz um período determinado, mas significa o tempo necessário para que o objetivo do que estava para acontecer fosse concretizado.
17- Neste versículo é dito que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos e torna rei quem ele quer, seja este o mais humilde dos homens.


Meus amados; devemos reconhecer a soberania de Deus sobre a nossa vida; dependemos completamente dele e em vão nos esforçaremos para galgar uma posição caso esta não seja à vontade do Senhor para a nossa vida. Devemos fazer a nossa parte; o que estiver ao nosso alcance, mas procurar sempre “enxergar” a vontade de Deus para a nossa vida.
Muitas pessoas no mundo acham que estão na posição que ocupam por seus próprios méritos, mas sabemos que todas as coisas são pela soberania e propósito de Deus.


18-Levar em conta que o rei está usando uma linguagem própria do paganismo.

19-27- A interpretação do sonho é dada por Deus através de Daniel
O fato de Daniel ficar atônito se deve ao teor da interpretação que seria dada ao rei (19). Deus executaria juízo sobre o rei!
20-22- A árvore era o rei.
23-24- O restante do sonho trazia um decreto de Deus contra o rei.
25-26- Estes versículos nos mostram o que sucederia com o rei conforme o decreto de Deus.
27- Daniel aconselha o rei a acabar; parar imediatamente (por termo) com as suas maldades e ter atitudes justas, pois assim, talvez tivesse um maior período de tranqüilidade. O versículo não ensina, em hipótese alguma, a salvação por obras, pois isto contraria o ensino de toda Escritura, mas ensina que a mudança de coração se manifesta na mudança de atitudes. O rei não seria salvo por suas obras, era justamente este o seu problema, mas teria um tempo maior para que se arrependesse da sua soberba e orgulho em relação ao Senhor.
Repare, entretanto, que Daniel não diz que o decreto seria anulado, pois Deus já havia revelado o que aconteceria por conhecer o mais íntimo do rei; o seu problema não era apenas a injustiça, mas também a sua soberba e orgulho em relação a Deus. Nabucodonosor admitiu anteriormente a soberania de Deus, entretanto, de “boca para fora” e não com o coração. O rei precisava ser tratado!

Aprendemos aqui que o Senhor sempre dará oportunidade para que o homem se arrependa, entretanto, jamais será surpreendido, pois conhece o coração do homem e sabe todas as coisas antes que venham a acontecer.


Quantos declaram amar a Deus, mas apenas com os lábios, pois a sua confissão não procede do coração. Será que os nossos lábios expressam o sentimento do nosso coração?
Muitas letras de hinos retratam a Verdade, embora os seus autores não vivam a Verdade.


28-37- O cumprimento da revelação
28- Tudo se cumpriu, pois Deus não é homem para que minta e a sua Palavra jamais voltará vazia!
29-30- O cumprimento da revelação veio um ano depois da interpretação dada por Daniel. Notamos a soberba e orgulho do rei em achar que toda riqueza do seu reino, bem como as suas conquistas, vinham de si mesmo e eram para a sua própria glória.


Precisamos vigiar quanto a isto! Tudo o que temos e somos vem do Senhor, é por meio dele e para glória dele!



31- 33- O castigo foi imediato!
Obs: Nabucodonosor foi acometido de um tipo de distúrbio mental (ficou louco), seu estado ficou lastimável e irreconhecível!
34,35 No final do tempo determinado por Deus; a sua razão foi recuperada e ele glorificou ao Senhor.
36- Nabucodonosor recebeu de volta o seu governo.
37- O rei reconhece a soberania de Deus e também admite que foi humilhado, entretanto, não devemos esquecer que isto não significa conversão!
Desta vez o rei, através de um documento (talvez um decreto, ou ainda uma carta), torna a sua experiência conhecida dentre todas as nações (ver o início deste capítulo).
Findamos aqui a quarta história desta primeira parte do livro.








Sejam bem vindos

É um prazer compartilhar desse trabalho sobre sonhos , que possamos,está aprendendo um com o outro,fique a vontade.
Deus te abençoe

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Pr: Fábio Silva

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